A chave do corsário
128 páginas.
Surfando em Niterói atrás da onda perfeita, Joni é arrastado até uma ilhota de pedra e passa a noite ali. Entre as rochas, acha um medalhão antigo.
Eliana Martins mistura aventura, romance e história do Brasil colonial. O medalhão leva Joni, o amigo Lipão, o avô Brandinho, estudioso do passado da cidade, e a arqueóloga Angélica, do Museu de Arqueologia, às invasões francesas do Rio no começo do século XVIII: os corsários Duclerc, em 1710, e Duguay-Trouin, em 1711, e um baú enterrado em São Lourenço dos Índios, nome antigo de Niterói. No caminho, Joni, filho de pais separados que se sente sobrando, se reaproxima do avô com quem tinha brigado.
Entrou na Série Vaga-Lume em 2007. A trama passa por lugares reais de Niterói, como a Fortaleza de Santa Cruz e o Caminho Niemeyer.
Esta edição da Ática, na Série Vaga-Lume, de 2000, tem 128 páginas.
Edições (1)
- Ática, 2000, 128 páginas