Colcoz
352 páginas, 2 edições no catálogo.
Assuntos: Europa, França, Memórias, Biografia, Ficção literária, Ficção.
Quando o pai viajava, os três filhos Carrère levavam os colchões para o quarto da mãe e dormiam todos ali: chamavam isso de fazer colcoz, como as fazendas coletivas soviéticas.
Colcoz começa pelo enterro dessa mãe, Hélène Carrère d'Encausse, historiadora da Rússia e membro da Academia Francesa, morta em 2023. Emmanuel Carrère parte dos papéis e fotos que o pai, Louis, guardou por gosto de genealogia e percorre os ramos russo e georgiano da família, o avô Georges Zourabichvili, o casamento difícil dos pais e o afastamento e a reconciliação dele com a mãe, até a guerra atual na Ucrânia.
É um livro de memória familiar em primeira pessoa, que a editora brasileira apresenta como romance. Saiu na França em agosto de 2025, pela P.O.L, com o título Kolkhoze, e ganhou o prêmio Médicis daquele ano. O original francês passa de 540 páginas.
Esta edição da Alfaguara, de 2026, tem 352 páginas e tradução de Mariana Delfini.
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Edições (2)
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