O caso da borboleta Atíria

Lúcia Machado de Almeida

128 páginas.

Na floresta, duas amigas do Príncipe Grilo, Helicônia e Vanessa Atalanta, são assassinadas, e a borboleta Atíria decide ir atrás do culpado.

O Caso da Borboleta Atíria é um policial em forma de fábula: todos os personagens são insetos. Atíria se junta a Papílio na investigação e corre riscos de verdade, inclusive uma descida à Gruta dos Horrores, onde vive o Esqueleto-Vivo. Lúcia Machado de Almeida usa o mundo dos bichos para comentar a sociedade humana e mistura mistério, fantasia e informação sobre a vida dos insetos, com uma floresta inteira com medo de um matador.

Saiu em 1951 pela Melhoramentos com o título Atíria, a Borboleta, e mais tarde foi rebatizado; na Série Vaga-Lume entrou em 1975. É da mesma autora de O Escaravelho do Diabo e de Spharion, e, como eles, é uma história de crime contada para leitores jovens.

Esta edição da Ática, na Série Vaga-Lume, de 2016, tem 128 páginas.

Edições (1)

Mais de Lúcia Machado de Almeida