O Demônio do Meio-Dia

Andrew Solomon

584 páginas, 4 edições no catálogo.

Assuntos: Medicina, Psicologia.

Andrew Solomon parte da própria depressão e vai atrás da dos outros: pacientes, médicos, cientistas, políticos e fabricantes de remédio. As viagens levam o livro ao Camboja, onde ele conversa com sobreviventes do Khmer Vermelho, à Groenlândia, onde o inverno sem sol pesa sobre os inuítes, e ao Senegal, onde assiste ao ndeup, um ritual de cura.

Os doze capítulos seguem uma ordem de manual: depressão, colapsos, tratamentos, alternativas, populações, vício, suicídio, história, pobreza, política, evolução e esperança. Não é romance nem autoajuda, é reportagem e ensaio, e o título original diz isso melhor que o subtítulo brasileiro: The Noonday Demon: An Atlas of Depression, de 2001.

Ganhou o National Book Award de não ficção e foi finalista do Pulitzer. Não virou filme. Circulam duas edições, ambas com tradução de Myriam Campello: a da Objetiva, de 2002, e a da Companhia das Letras, desde 2014, que acrescenta um epílogo escrito para a reedição brasileira, sobre como estão o autor, as pessoas entrevistadas e os tratamentos anos depois da primeira edição (esse epílogo tem tradução de Pedro Maia Soares).

A edição atual da Companhia das Letras tem 584 páginas e existe em e-book e em audiolivro, narrado por Rodrigo Chueri.

2 leram, 15 lendo agora, 7 abandonaram.

Onde as pessoas param

8 das 10 leituras encerradas foram abandonadas. 2 pararam sem registrar nenhuma página. As outras 6 pararam entre 8% e 46% do livro, metade delas antes de 20%.

Abandonado é uma marcação que o próprio leitor faz na estante, não falta de registro.

Edições (4)

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