O grito do hip-hop

Luiz Puntel, Fátima Chaguri

142 páginas.

Numa favela do Capão Redondo, zona sul de São Paulo, Toninho trabalha para ajudar a mãe e a irmã e, nas horas vagas, picha muros pela cidade com a turma.

Fátima Chaguri e Luiz Puntel acompanham um garoto da favela que convive todo dia com pobreza, desemprego e crime, sem deixar de se divertir. Com os parceiros Gera e Beó, Toninho espalha a marca do grupo nas paredes. A graça do spray começa a passar quando ele conhece rappers, grafiteiros e educadores do movimento hip-hop, e o livro segue essa descoberta: a revolta que vira cultura, cidadania e outra forma de dizer o que ele vê no bairro.

Entrou na Série Vaga-Lume em 2005 e é o último dos sete livros de Puntel na coleção, que começou com Deus me Livre! (1984) e inclui Açúcar Amargo e Meninos sem Pátria. É o único deles escrito em parceria, com Fátima Chaguri.

Esta edição da Ática, na Série Vaga-Lume, de 2005, tem 142 páginas.

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