O jardim das aflições

Olavo de Carvalho

464 páginas.

Em maio de 1990, Olavo de Carvalho saiu de uma palestra sobre Epicuro no MASP e varou a madrugada anotando objeções. Assim redigiu o miolo deste livro.

O jardim das aflições, com o subtítulo De Epicuro à ressurreição de César, ensaio sobre o materialismo e a religião civil, parte da palestra de José Américo Motta Pessanha sobre a ética epicurista, num ciclo da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. Em cinco partes (Pessanha, Epicuro, Marx, Os braços e a cruz, Caesar redivivus), o autor sustenta que a história do Ocidente gira em torno da ideia de império e das tentativas de refazê-lo. A recepção se dividiu entre elogios, como o de Josué Montello, e críticas que viram no livro teorias conspiratórias ou contestaram sua refutação do teorema de Cantor.

Antes de ler: saiu em 1995 e é o segundo do que o autor chamou de obras de combate, entre A nova era e a revolução cultural e O imbecil coletivo, mas se lê sem os outros. Na nota à 2ª edição, Olavo pede que os capítulos sejam lidos na ordem. Esta é a 3ª edição, com posfácio inédito. O documentário de 2017 de Josias Teófilo tem o mesmo título, mas trata da vida do autor.

Esta edição da Vide Editorial, de 2014, tem 464 páginas.

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