Esse ofício do verso

Jorge Luis Borges

136 páginas, publicado em 2000, 5 edições no catálogo.

Nota média 2,0 (1 avaliação).

Assuntos: Discursos, Livros e leitura, Crítica literária.

Em 1967, Borges, já cego, subiu à tribuna de Harvard para as seis conferências Charles Eliot Norton e falou de poesia sem ler uma linha, citando de memória. As gravações ficaram esquecidas nos arquivos da universidade por mais de trinta anos.

Esse ofício do verso reúne as seis palestras, feitas em inglês: o enigma da poesia, a metáfora, a arte de contar histórias, a música das palavras e a tradução, pensamento e poesia, e o credo de um poeta. Borges passa por Homero, a Bíblia, os poetas anglo-saxões, Whitman e Chesterton, e na última fala da própria obra.

Não pede leitura prévia: serve de introdução à poesia e ao próprio Borges. O livro saiu em 2000. A edição da Companhia das Letras daquele ano tem 160 páginas; a nova, de 2019, tem 136.

9 leram, 3 lendo agora, 1 pausou, 1 resenha.

Quanto tempo leva

3 semanas (24 dias) foi o tempo típico. Metade das 9 leituras terminou entre 23 e 30 dias.

Cada faixa conta quantas leituras terminaram dentro dela. A mais rápida levou 12 dias; a mais demorada, 71.

Edições (5)

Mais de Jorge Luis Borges

Quem leu, também leu

Cruzando as estantes de quem já terminou esta obra por aqui.

Aparece nas listas