O Aleph

Jorge Luis Borges

160 páginas, publicado em 1949.

No porão de uma casa da rua Garay, em Buenos Aires, há um ponto que contém todos os pontos do universo, vistos ao mesmo tempo e de todos os ângulos. Quem o mostra ao narrador, chamado Borges, é um poeta medíocre que quer usá-lo para descrever a Terra inteira em versos.

O Aleph, de 1949, ampliado em 1952, é o segundo grande livro de contos de Borges. Além do conto do título, traz "O imortal", "Emma Zunz", "Os teólogos", "A casa de Astérion" (o labirinto contado pelo Minotauro), "Deutsches Requiem", "O Zahir" e "A escrita do deus".

Lê-se sem depender de Ficções, mas os dois se completam: aqui os labirintos e a eternidade viram enredo de aventura e de crime. A edição da Companhia das Letras, de 2008, tem 160 páginas e tradução de Davi Arrigucci Jr.

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