O outro, o mesmo
232 páginas, publicado em 1964.
Um rabino de Praga faz um homem de barro e, depois de anos, consegue que ele varra a sinagoga, mas nunca que fale. Um jurista argentino cercado por montoneros em 1829 entende, na hora da morte, o seu destino sul-americano.
O outro, o mesmo reúne os poemas que Borges escreveu dos anos 1930 aos 1960, quando já não enxergava e compunha de cabeça, com rima e metro para poder guardar os versos. Estão aqui "O Golem", "Poema conjectural", "Everness", "Espinosa", "Uma rosa e Milton" e "A noite cíclica", ao lado de sonetos sobre Buenos Aires e os antepassados.
Saiu dentro da Obra poética de 1964 e depois, ampliado, como livro. A edição da Companhia das Letras, de 2009, tem 232 páginas e tradução de Heloisa Jahn.
Edições (1)
- Companhia das Letras, 2009, 232 páginas, tradução de Heloisa Jahn